Embaixada de Portugal em Estocolmo - Suécia

  • Öka teckenstorlek
  • Standard teckenstorlek
  • Minska teckenstorlek
Home Plataforma de ensino a distância “Português Mais Perto"
Skriv ut
There are no translations available.

Plataforma de ensino a distância “Português Mais Perto"

Foi apresentada e lançada no dia 7 de fevereiro a Plataforma de ensino a distância “Português Mais Perto”, numa iniciativa do Camões, I.P. e da Porto Editora.

Esta ferramenta disponibiliza cursos de Português Língua Materna para aqueles que estudaram em Portugal, correspondentes aos programas do 1º ao 12º anos, e cursos de Português Língua de Herança, neste momento nos níveis iniciais A1 e A2 para aqueles que fizeram toda a sua escolaridade no estrangeiro. Além disso, os cursos estão disponíveis nas modalidades de autoaprendizagem (40 Euros/ano) e com tutoria (90 Euros/ano), estando este acompanhamento a cargo do Camões, I.P.

A Plataforma “Português Mais Perto” está concebida como um apoio às famílias que pretendem que os seus educandos mantenham a aprendizagem de língua portuguesa, não sendo uma alternativa à escolaridade no contexto em que se encontram.

O projeto pretende constituir um complemento à rede de ensino atualmente existente chegando a novas geografias e colmatando outras necessidades.

A Plataforma “Português Mais Perto” pode ser acedida diretamente através do endereço http://www.portuguesmaisperto.pt ou através do portal do Camões, I.P.

 

embaixada_front-sm
Contactos
Narvavägen 30-32  2 Tr
115 22 Estocolmo
Suécia
Tel: +46 (0)8 545 670 60
[Ver Detalhe]
Annons
Annons
Annons
Annons
Annons
Annons
Annons
Annons
Annons

Destaques

There are no translations available.

150.º Aniversário da abolição da pena de morte em Portugal

Celebrou-se no passado dia 1 de julho de 2017 o 150.º aniversário da abolição da pena de morte em Portugal. A abolição desta pena desumana e cruel, medida em que Portugal foi um país pioneiro, é uma das prioridades da nossa política externa de direitos humanos. A pena capital viola o direito à vida, consagrado na Declaração Universal dos Direitos Humanos, não sendo compatível com a dignidade humana. É também uma pena irreversível e com um efeito dissuasor questionável, pelo que Portugal só opõe à sua aplicação em quaisquer circunstâncias e em todos os casos, exortando todos os Estados que ainda não o tenham feito a por um fim a esta prática.