Embaixada de Portugal em Estocolmo - Suécia

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Home Cultura e Língua Portuguesas Leitorado em Estocolmo
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Centro de Língua Portuguesa - Instituto Camões

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O Centro de Língua Portuguesa do Instituto Camões (CLP/IC) na Universidade de Estocolmo resulta de um protocolo assinado entre o Instituto Camões - Ministério dos Negócios Estrangeiros, Portugal, e a Universidade de Estocolmo, Suécia.

Foi inaugurado a 9 de Outubro de 2006 e tem por objectivos:

- apoiar e dinamizar actividades de promoção e divulgação da Língua e da Cultura Portuguesas, apresentadas no âmbito do próprio plano de actividades do CLP, e também divulgando actividades organizadas pela Universidade ou outras instituições;

- dinamizar e participar em projectos de ensino da Língua e da Cultura Portuguesas;

- fornecer apoio a estudantes, professores e investigadores, bem como ao público em geral interessado na Língua e Cultura Portuguesas, através da disponibilização de materiais para consulta (revistas, jornais, livros, material audiovisual e multimédia).

 

Centro de Língua Portuguesa - Instituto Camões

Responsável

Ricardo Namora

 

 

Horário de Abertura

Segunda-feira: 12:00 - 14:00

Quinta-feira: 12:00 - 14:00

 

Contactos

Endereço Postal e de Visita:

Institutionen för spanska, portugisiska och latinamerikastudier
Universitetsvägen 14
Södra Huset B, Plan 5
Rum B522A & B
106 91 STOCKHOLM

Tel: +46 (0) 8 161 755

E-mail: ricardo.namora (arroba) su.se
Por favor substitua (arroba) por @

 

Projectos desenvolvidos pelo Centro de Língua Portuguesa do Instituto Camões na Escola Secundária Vittragymnasiet Sickla entre agosto de 2010 e dezembro de 2012

 

 

Para saber mais:

- Instituto Camões www.instituto-camoes.pt

- Leitorado em Estocolmo https://institutocamoessthlm.wordpress.com/

- Departamento de Estudos Românicos e Clássicos da Universidade de Estocolmo www.su.se/romklass/

 

 

 

 

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Destaques

Comunicado do Governo - Dia Internacional dos Direitos Humanos

"O dia 10 de dezembro é o dia internacional dos direitos humanos e assinala o aniversário da proclamação da Declaração Universal dos Direitos do Homem, adotada neste mesmo dia em 1948 na Assembleia-Geral das Nações Unidas.

"Elaborada no rescaldo da Segunda Guerra Mundial, esta histórica Declaração reafirma a igualdade e dignidade de todos os seres humanos, fundada no reconhecimento de que todos nascemos livres e iguais em dignidade e dotados de um conjunto inalienável de direitos de caráter universal e não discriminatório. A unidade essencial entre direitos civis e políticos e direitos económicos, sociais e culturais, persiste, desde então, como vetor fundamental da conceção onusiana gizada na Declaração.

Em 1948, como hoje, as palavras do Preâmbulo da Declaração mantém inteira acuidade: o desconhecimento e desprezo dos direitos do Homem potenciam atos de barbárie que revoltam a consciência da Humanidade. Palavras tanto mais urgentes no quadro de crises humanitárias recentes, provocadas pelo afluxo massivo de migrantes e refugiados de zonas delapidadas pela Guerra, catástrofes naturais e outras emergências humanitárias.

O advento de um mundo em que os seres humanos sejam livres de falar e de crer, libertos do terror e da miséria, permanece como a mais alta inspiração do Homem Portugal elevou esta aspiração do Preâmbulo da Declaração a imperativo ético-jurídico, materializando em políticas concretas de promoção e proteção dos direitos humanos. Na esfera internacional, estes princípios continuam a orientar a política externa portuguesa e, muito particularmente, a nossa atividade enquanto membros do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas (2015-2017).

Para Portugal, a adoção, em 2015, no quadro das Nações Unidas, da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, é entendida no sentido da consolidação desta as piração histórica de aquisição de um padrão comum de direitos humanos e desenvolvimento sustentável universalmente aplicável."